Pout Pourri - Pagodes

Enzo e Henrique

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    O coqueiro faz o coco e o homem faz o ralo
    A enxada faz a cova e o cabo faz o calo
    A madrugada bonita quem faz é o cantar do galo
    Quem faz o sino gemer é a pancada do badalo
    Quem judiou do meu povo eu vi cair do cavalo
    Na academia de Letras grandes homens lá estão
    Dentro desta academia eu quero cantar no dia
    O Pagode do Brotão

    A casa do João de Barro
    Tem porta e não tem janela
    A mesa da minha casa
    Tem perna e não tem canela
    Na minha boca tem ponte
    Mas nunca teve pinguela
    O motor do meu carro
    Tem cavalo e não tem cela
    Minha sogra tem brabeza
    Mas não tenho medo dela

    Se a minha vista alcançasse
    Onde o pensamento vai
    Talvez não sofresse tanto
    Por não ver o meu Goiás

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    Nunca mais minha Araponga
    Escutei cantar nas matas
    Pra goiana que eu adoro
    Eu nunca mais fiz serenata

    Quero meu pai e mãe abraçar
    Ouvir o sabiá cantador
    Na campina o perfume da flor
    Lá da serra ver o Sol raiar

    Quero ver o meu céu estrelado
    E o clarão que a Lua faz
    Ver meu amor que felicidade
    Quanta saudade, lá do meu Goiás!
    Do meu Goiás!

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