Refém da Verdade

Escolta

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    Como forma de expressão tenho a arma mais potente
    Atiro a queima roupa e faço estrago na mente
    Discorde do meu discurso impróprio, marginal
    Ache normal o "irmãozin" pedir esmola no sinal

    Não é lucrativo o farmacêutico liberar a cura
    É mais rentável no hospital, corredor de tortura
    Corredor da morte, contando com a sorte
    Sobreviver, se pá faço um contrato com o anjo da morte

    Privado de evolução educacional
    Sou analfabeto funcional
    Vão tentar me prender, vão tentar me matar
    Mas a Escolta tá armada e nada vai parar

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    PLOW PLOW
    Apocalipse é agora
    Refém do medo, escravo do ódio que apavora
    RÁÁÁÁ
    Rajada sonora, ouvido estoura
    Do mais alto Calibre à rima que degola

    Crescer amargo é muito fácil, não falta ingrediente
    Racismo, fascismo e intolerância, mundo deprimente
    Faz crescer o monstro que já não existia
    Pra depois Zé Povinho dizer que a culpa é de quem cria

    A culpa não é da munição que vara o seu peito
    É de quem fabrica e exporta para matar sem receio
    Quantas almas já não foram arrancadas
    Pelas “traca” Ex-polícia com a numeração raspada

    PLOW PLOW
    Apocalipse é agora
    Refém do medo, escravo do ódio que apavora
    RÁÁÁÁ
    Rajada sonora, ouvido estoura
    Do mais alto Calibre à rima que degola

    Song details

    Composition: Uchida, Seba, Agga Guimaraes, and Diego Cordeiro

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