Em Nome do Pai

Estação das Brumas

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    As folhas caem se espalhando pelo chão...
    Com a brisa que te abraça sem parar
    Suas flores morrerão com o verão...
    Levo outras quando for te visitar
    A carcaça apodrecida estende a mão...
    Para o seu filho que não para de chorar
    Com arames esmagando o coração...
    Em minha mesa ninguém toma o seu lugar

    Bosta e caviar...

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    Me abrace, me beije mas faça parar...
    Me bata, me cuspa mas faça parar...
    As baratas vigiam quem dorme no chão

    Um diário mentiroso me contou...
    Que ainda é possível te encontrar
    Na verdade um jovem hippie publicou...
    Nunca vi tanta besteira para rasgar

    Información de la canción

    Composición: Rafael Oliveda

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