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    Era no tempo das revolução
    Das guerra "braba" de irmão contra irmão
    Dos lenço branco contra os lenço colorado
    Dos mercenário contratado a patacão

    Era no tempo que os morto votava
    E governava os vivo até nas eleição
    Era no tempo dos combate a ferro branco
    Que fuzil tinha "muy pouco" e era escassa a munição

    Era no tempo do "inimigo não se poupa"
    Prisioneiro era defunto
    E se não fosse era exceção
    Botavam nele a gravata colorada
    Que era o nome da degola

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    Nestes tempos de leão
    Olha a faca de bom corte
    Olha o medo na garganta
    O talho certo e a morte no sangue que se levanta

    Onde havia um lenço branco
    Brota um rubro de sol pôr
    Se o lenço era colorado o novo é da mesma cor

    Quem mata chamam bandido
    Quem morre chamam de herói
    O fio que dói em quem morre
    Não mão que abate não dói

    Olha a faca de bom corte

    Información de la canción

    Composición: Mário Barbará y Aparicio Silva Rillo

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