Vigiar e Punir

Eu Acuso!

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    Com o nome de crimes e delitos
    Julgam-se paixões, dobram-se os instintos
    Mascarando a realidade do desejo que é punido
    Em prisões que ferem almas em castigo

    Amputado, esquartejado, marcado no rosto
    Em pedaços jaz o corpo desaparecido
    Pervertido, inadequado, estorvo morto
    Espetáculo macabro do culpado vivo

    Engrenagens na máquina de morte
    Nova ética, higiênica e discreta
    Insuperável sensação de grotesca arte
    A redenção do corpo que é promessa

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    A crueldade exige paciência
    Consolando toda a dor
    Uma fornalha onde acende e queima a violência
    A punição quando certeira exige horror

    Vigiar e punir lenta agonia
    Adestrar, proibir longe das retinas
    Vigiar e punir violenta rima
    Alienar, coibir ilusão perdida

    A cada passo do caminho, ideologia
    O próprio ar que se respira, asfixia
    Este corpo violado que transpira
    O chumbo derretido das feridas

    Vigiar e punir lenta agonia
    Adestrar, proibir longe das retinas
    Vigiar e punir violenta rima
    Alienar, coibir ilusão perdida

    Información de la canción

    Composición: Marcelo Cougo

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