Apenas Bugio

Everson Canhoto

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    Com este meu ronco sentido que brota da terra nativa
    Abro meu peito incontido pra mostrar que minha raça esta viva

    Nasci como nasce o minuano pra ser xucro, teatino e liberto
    Galopeando no lombo dos anos entre matos e campos abertos

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    Me chamo bugio
    Quero ser respeitado
    Uma onda surgiu e meu nome se ouviu por tudo que é lado
    Sou crioulo de cima da serra velha cepa da fauna eu trago
    Minha espécie a história encerra nos anais da cultura do pago

    Me criei a pitanga e pinhão soberano na minha querência
    (Mas a calma e a paz do rincão o homem roubou sem clemência) bis
    Hoje eu vivo enfurnado na moita resistindo a nossa extinção

    Consolando a minh’alma afoita só restaram restinga e capão
    Não pedi pra ser causa de dança eu não quis virar rima em canção
    Ainda levo guardada a esperança de ser livre lá no meu rincão

    Información de la canción

    Composición: Paulo Vieira

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