Pigmalião

Evinha

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    Eu não sei no que você quer me transformar
    Num satélite, num robô, num ser de sal
    Mas eu posso lhe dizer sou mais gente que você

    No seu mundo social sempre fui um marginal
    Consciente do que sou eu não quero mudar
    É na margem que eu encontro a lucidez

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    Pois normal hoje é na verdade o anormal
    Eu prefiro ser assim que uma estátua de marfim
    Eu preciso mais de sol que uma festa de ilusão

    E a verdade pode estar na caspa e não no shampoo
    Primeiro eu dispo minhas vestes, minha vida, minha vista, minha voz
    Depois eu visto novo jeito, novo gesto, nova gente, novo gen

    Juntos criatura e criador, quem sou? Não sou robô, Pigmalião
    Quero pela margem me perder, me achar

    Información de la canción

    Composición: Paulo Sérgio Valle, Marcos Valle y Novelli

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