Na Saudade do Posto

Fabiano Bacchieri

    Continúa después del anuncio

    Ha um ciclo de lua que uma saudade ponteou no meu posto
    E me acorda aos trompaços lembrando os puaços dos olhos dela
    E o vento da noite vem feito uma açoite na minha janela
    E o vento da noite vem feito uma açoite na minha janela

    Então pego a guitarra que traz no seu molde feições do seu corpo
    Pra ver num instante surgir o semblante da imagem tua
    E tempos foi estrela que são ponte-suelas pra o queixo da lua
    E tempos foi estrela que são ponte-suelas pra o queixo da lua

    Saudade se achega e de manso me leva pra junto ao galpão
    Um baio ou rosilho uma espora sem brilho perdida do tento
    E um freio sem viço me pede serviço já faz muito tempo
    Saudade se achega e de manso me leva pra junto ao galpão
    Um baio ou rosilho uma espora sem brilho perdida do tento
    E um freio sem viço me pede serviço já faz muito tempo

    Continúa después del anuncio

    No mesmo compasso a lua se lança nas ancas do baio
    Do centro do céu sombreia o chapéu no corpo da estrada
    Numa estrela descendo me vejo volvendo aos braços da amada
    Numa estrela descendo me vejo volvendo aos braços da amada

    Porque uma estrela refuga da noite se some no mundo
    Deixando um escuro um espaço maduro junto da amada
    Me volto pro rumo no basto me arrumo e o baio se acalma
    Me volto pro rumo no basto me arrumo e o baio se acalma

    Na muda da lua me chego ao povoado que guarda minha linda
    Que sei que me espera prontita cancela tão bela e serena
    E dou fim ao desgosto voltando ao meu posto com a flor de morena
    Na muda da lua me chego ao povoado que guarda minha linda
    Que sei que me espera prontita cancela tão bela e serena
    E dou fim ao desgosto voltando ao meu posto com a flor de morena

    Información de la canción

    Composición:

    ¿Los datos están equivocados?

    Enviar revisión