Pequenos Gigantes

Fabio Brazza

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    O mundo já foi dos Gigantes dos Tiranossauros
    Mas lembre-se é o pequeno Hobbit que tira do Sauron
    O anel do poder e o forte não é quem atira de Taurus
    Mas o que consegue não se perder mesmo na mira dos falsos

    Vários Tiras no encalço, quer me parar então atira no palco
    Não vou deixar que nada interfira meus cálculos
    O Sol mata Ícarus e ácaros
    Mas minha asa não é de cera, irmão
    A minha mente migra com os pássaros

    O Zica dos pântanos ando com Santos e Bárbaros
    Diferente de Deus eu trampo nos sábados
    Sem férias, tenho show, tenho voo, ponte aérea
    Essa brasa não se apaga nem aqui na Sibéria, fella
    40 graus meu peito gela
    Mas ela não entende que
    Não posso amar ela, pois tô correndo mais que o Endrick
    Pra ser o lendário como Kendrick

    Geral quer que eu rime porque ver o Brazza rimando
    É como ver um solo do Jimi Hendrix
    E se eu não tiver no seu Top Five
    Dos greatest rappers alive
    É porque é muita informação pro seu hard drive
    E não se ofende se eu não te chamar de friend, é que
    Eu nunca te vi, então não preciso falar bem de ti

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    E eles só falam da roupa da Gucci, da marca do But, da bunda da bitch, da erva que curte
    Eles querem a gente acredite que isso é vencer
    Se conforme com a realidade e não lute
    Eles querem que a gente não estude
    Se não, nosso povo descobre que é necessário uma massa de pobre
    Pra que uma minoria lucre

    Mas se é pra lutar, eu sou tipo Malala quando enfrentou o Talibã
    Se é pra recusar a lutar, eu sou Muhammad Ali no Vietnã
    Tipo Jackie Chan, sou o último Dan, o meu microfone é uma Machine Gun
    E nunca falha, tenho mais punchlines do que cangurus na Austrália

    Eles querem corpos dóceis, sonâmbulos, na coleira
    Mas somos o outro ângulo da câmera
    Os ímpios, os vândalos, a pólvora, a cólera
    O Doberman que não cooperá e comerá
    Até encher o estômago

    Indômito, um vômito
    Um furacão na Flórida, um trovão, um relâmpago
    Uma cisão na Placa Tectônica
    A peste bubônica, um tsunami, a bomba atômica, a lâmina da reparação histórica

    Bum Bum vidas loucas, loucas vidas
    Bum Bum só preciso de uma fresta
    Mas sempre nasce uma árvore que fura o mármore
    E faz a cidade virar floresta

    Bum Bum vidas loucas, loucas vidas
    Bum Bum busco a chave que liberta
    Mas sempre haverá um pássaro que passa pelo cárcere deixando a porta aberta

    Información de la canción

    Composición: Fabio Brazza y Chioki

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