Ocasos de Vinho

Fabio Soares

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    Perdida no ocaso de um parrão maduro
    Aromas de vinho chamando por beijos
    Um gosto de uva cor rubra o escuro
    E olhos em chamas na voz dos desejos

    Um cesto de vime, os chapéus de palha
    Os sussurros ternos, a voz italiana
    E surge uma estrela, olhar de navalha
    Enternecendo rudes paisagens serranas

    Saudades morrendo num fogo pintado
    Do céu matizado com voz e canção
    A teza italiana, bordo teus encantos
    Para prender os prantos do meu coração

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    Colheitas e safras, um amor febril
    Abraços e beijos plantando o destino
    O timbre colono em carícia e cio
    Um instinto todo bonacho Del Vino

    E o frio se apaga e a noite perdura
    Calor, ventania, palavras no ouvido
    O fruto do peito é uma uva madura
    Que suga da gente o que é mais proibido

    Aromas e ocaso, um fruto maduro
    Um porto seguro para se aportar
    Anseio fervendo, nos olhos em febre
    Mirando casebre pra despir o amar

    Saudades morrendo num fogo pintado
    Do céu matizado com voz e canção
    A teza italiana, bordo teus encantos
    Para prender os prantos no meu coração

    Colheitas e safras, um amor febril
    Abraços e beijos plantando o destino
    O timbre colono em carícia e cio
    Um instinto todo bonacho Del Vino

    Información de la canción

    Composición: Fábio Soares

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