Nada Sou

Fagner

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    Eu não sou eu
    Sou enxada no barro do chão, sou sertão.
    Eu não sou fé
    Sou pecado no corpo fechado de Lampião...
    Sou espada,
    Sou granada
    Sou toada

    Na voz do cansado cantador,
    No grito do chato agitador
    E pensando na morte que eu peço
    Eu quero de volta o meu ingresso
    E o chefe envolvido num processo...

    No apito da fábrica apitando
    Na canção que os meninos vão cantando
    Sem saber que cantando vão chorando
    Estefânia parou de cantar
    Ouço o eco do chôro no mar...

    Continúa después del anuncio

    No ronco dos carros na sesta
    Cabeças de vento em festa
    Alguém me pedindo perdão
    Por falar e mandar sem razão
    Não aceito motivo. Dou não...

    Eu não sou eu
    Sou panfleto voando e rolando do avião.
    Eu não sou fé
    Sou pecado de amor, resultando indecisão.

    Sou espada
    Sou granada,
    Sou toada...

    Eu não sou eu
    Sou um deus a pedir um holocausto de outro deus ( bis)
    Deus a deus
    Deus a deus
    Deus a deus.

    Información de la canción

    Composición: Raimundo Fagner y Marcus Francisco

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