Nas Ondas Do Titâzinho

Fauzi Beydoun

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    Do lado do cais do mocuripe
    Um pedacinho de praia ainda existe
    Na orla cental de Fortaleza
    O velho farol jaiman mantém a chama acesa
    O vento batindo ai a praia o vizinho,

    areia sobe sobre as casas e vaga no ar
    O quebra-mar avança sobre as ondas do titãnzinho
    A garotada toda, toda sai para surfar

    Ao entardecer
    Enquanto o Sol se esvai vai vai
    Ou ao meio dia, pode ser de manhãnzinha
    Mesmo se a chuva cai cai cai

    Todo o tempo é tempo de sobreviver de
    Sonhar e sair para sufar
    Com pequenos pedaços talhados de madeira
    Inocente brincadeira quem diria um dia
    iria revelar

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    Mas no cais do titãnzinho
    Disputam feras mundiais
    Pesando nas ondas seu caminho de tal

    caminho e tantos outros mais
    e virão se der
    irão de vir se Deus quiser
    muitos outros mais

    O assunto corre pelos pecos
    Crianças, rapazes dropam ondas sem parar
    O surf explode em pelo gueto amenizando

    sofrimento e no refúgio do ar
    O surf explode em pelo gueto amenizando o sofrimento e no refúgio do mar

    O vento mais irado da cidade
    Abriga também a triste realidade
    Mais tarde abrangentes nos barracos e vielas
    Da vida dura e sofrida vivida na favela

    Nas ondas do titãnzinho
    Não faltará mais esperança
    E o vento drope e mova novas ondas e moinhos
    Levando os jovens e crianças se apartarem do mal

    Vencendo a injustiça social
    (venendo, lutando)
    contra injustiça social
    Vencendo a injustiça social
    Vencendo a injustiça social.

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