A Sementinha

Felipe e Falcão

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    Lá na casa da fazenda onde eu vivia
    Numa manhã de garoa e de céu nublado
    Achei no chão do terreiro uma sementinha
    Pensei logo em plantá-la no chão molhado
    O tempo passou depressa e a mocidade
    Chegou como chega a noite ao cair da tarde
    Veio morar na fazenda uma caboclinha
    Graciosa, bela e meiga, e na flor da idade

    Iniciou-se um romance entre eu e ela
    Na sombra aconchegante de uma paineira
    Dei a ela uma rosa com muita esperança
    Que eu colhi de um galhinho daquela roseira
    Marcamos o casamento pra o fim do ano
    Pra mim só existia ela e pra ela só eu
    Pouco mais de uma semana pra o nosso idílio
    A minha flor prometida doente morreu

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    Arranquei o pé de rosas da primavera
    E plantei na sepultura de minha amada
    Todas tardes eu molhava com o meu pranto
    A roseira foi murchando e acabou-se em nada
    A chuva se foi embora e o Sol ardente
    Matou a minha roseira e secou meu pranto
    Só não matou a saudade da caboclinha
    Pois eu veja sua imagem em todo canto

    Por isso é que eu vivo longe da minha terra
    Seguindo a longa estrada de minha vida
    Procuro viver sorrindo mas no entanto
    Eu choro ao me recordar a amada querida
    O destino como sempre é caprichoso
    É cheio de traições e de sonhos loucos
    Tal qual aquela roseira e a minha amada
    Eu pressinto que também vou morrendo aos poucos

    Información de la canción

    Composición: Dino Franco e Itapuã

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