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    No Sol que marca a luz do dia
    Entre o mistério e a afasia
    Em todo mar dessa esfera azul
    Na força da impermanência

    De Siddhartha a Zaratustra
    Sentado ao lado do desejo
    Vendado em rotos devaneios
    Seguindo a massa pra onde ela for

    Bem da desgraça, mal do esplendor
    Que ameaça e entrega
    Quem vai decidir se é sim ou não
    No devir que rege a escuridão

    Quem concebe à ideia seu valor
    Colherá na alma um calor
    Que inflama e liberta
    Voando as serras da riqueza

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    Canto dos sons da natureza
    Contemplação da existência vil
    Silêncio do julgamento
    Da vaidade à loucura

    Dentro das fibras do receio
    Preso no olhar do desespero
    Eco ancestral à religião
    Do forte ao fraco, em qualquer pagão

    Que escuta e enxerga
    Quem vai decidir se é sim ou não
    No devir que rege a escuridão
    Quem concebe à ideia seu valor

    Colherá na alma um calor
    Que inflama e liberta
    A verdade é o Dharma da vida

    Temporal do medo da morte
    Vendaval do instante que passa
    Chão que move a relva

    Información de la canción

    Composición: Felipe Lucena

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