A Sementinha

Fernando e Andre

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    La na casa da fazenda onde eu vivia
    Numa manhã de garoa e de céu nublado
    Achei no cão do terreiro uma sementinha
    Pensei logo em plantala no chão molhado
    O tempo passou depressa e a mocidade
    Chegou como chega a noite ao cair da tarde
    Veio morar na fazenda uma caboclinha
    Graciosa,bela,meiga e na flor da idade

    Iniciou-se um romance entre eu e ela
    Na sombra conchegante de uma paineira
    Dei a ela uma rosa com muita esperança
    Que eu colhi de um galhinho daquela roseira
    Marcamos o casamento pra o fim do ano
    Pra mim só existia ela e pra ela só eu
    Pouco mais de uma semana pra o nosso edilio
    A minha flor prometida doente morreu

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    Arranquei um pé de rosas na primavera
    E plantei na sepultura da minha amada
    Todas tardes eu molhava com o meu pranto
    A roseira foi murchando e acabou em nada
    A chuva se foi embora e o sol ardente
    Matou a minha roseira e secou meu pranto
    Só não matou a saudade da caboclinha
    Pois eu vejo a sua imagem em todo o canto

    Por isso é que eu vivo longe da minha terra
    Seguindo a longa estrada de minha vida
    Procuro viver sorrindo mas no entanto
    Eu choro ao me recordar amada querida
    O destino como sempre é caprichoso
    É cheio de traições e de sonhos loucos
    Tal qual aquela roseira e a minha amada
    Eu precinto que também vou morrendo aos poucos

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