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    A sua boquinha serena, perfeita
    No chão sem lençol ou coberta, ela deita
    As suas mãos cheias de calos, doendo
    Tentando viver pela vida morrendo

    Eu sinto uma dor tão grande
    Quando ouço alguém comentar
    E sempre a dizer coitadinha
    Tadinha, tadinha, tadinha

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    Eu sei que são coisas da vida
    Que não vou poder consertar
    Mas posso lhe dar meu carinho
    Será sempre minha, todinha

    Seus olhos profundos e tristes, que pena
    A sorte pra ela foi muito pequena
    No azul dos seus olhos eu vejo a vida
    Que o triste destino deixou sofrida

    Información de la canción

    Composición: Fernando Mendes y Zenith

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