A Forma Cantada da Tragicomédia de Um Elétron

Festim Circense

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    Oh se o mundo acaba
    Não vai dá mais pra fala
    Falou ta falado, não da pra volta

    O que dona Mônica disse ao marido;
    O que o belo disse ao esquisito
    O que o gato quebrou não vai dá pra esconder
    Que essa sede me mata e não tenho onde beber
    Um mundo negro, um fuzuê

    Oh se o mundo acaba
    Não vai da mais pra fala
    Falou ta falado, não da pra volta

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    Falou que fez e faz
    Falou que queria ela bem mais
    Falou que amava até mais
    Sem o filme passar na minha tela

    Sem a tinta, com a mão na aquarela
    As palavras feitas pra guardar
    Que foram ditas em todo lugar
    Mesmo sendo ouvidas num cantar
    Fez a alma quere se balança
    Eh Balança!! Eh Balança!!

    Rogai a Deus trazer só pra mim
    Pra enlouquecer esse peito em calor
    Pra transforma essa brasa em furor
    Um mundo negro, clareou!

    Oh se o mundo acaba
    Não vai da mais pra fala
    Falou ta falado, não da pra volta

    O que já passou já virou mito
    Ficou pra trás do infinito
    Essa prece de glórias ao senhor,
    Pois o sangue que é a vida em carne
    Quer corpo em amor (repete)
    Essa prece de glórias ao senhor
    Na busca vã por um rosto bonito
    O que passou no infinito
    Ficou pra trás já virou mito.

    Información de la canción

    Composición: Oslei Bega Junior y Fernando Morete Gonçalves

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