Fortuna

Finita

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    Conjuro o vento
    E (não) tempestade
    Que tudo queime
    Que nada acalme

    Despeja a ruína
    Destrói e desola
    A chama sublima
    A morte consola

    Que a chuva esconda teu pranto
    Que rega a terra desolada
    Que rasgue teu peito o meu canto
    Desespero é a tua nova morada

    Que a chuva dilua teu sangue
    Que foge da tua carcaça
    Que cubra o teu reino o meu manto
    Desespero é a tua nova morada

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    A lágrima desce e a pele descola
    O fogo a repele e na terra não toca
    Os olhos se fecham esperança acaba
    O silêncio marca outra vida ceifada

    Abraço a morte
    A fome e a peste
    A guerra devasta
    E minha pele veste

    Chegada é a hora
    O sagrado revelado
    Ao céu o pai retorna
    Caminhem, desterrados

    Que a chuva esconda teu pranto
    Que rega a terra desolada
    Que rasgue teu peito o meu canto
    Desespero é a tua morada

    Que a chuva dilua teu sangue
    Que foge da tua carcaça
    Que cubra o teu reino o meu manto
    Desespero é tua nova morada

    Song details

    Composition: Bruno Portela

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