Coroas de Areia

Forja do Caos

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    Nas muralhas antigas, o vento canta
    O brasão jaz sob o pó e a lembrança
    Juramos reinar em glória
    Perdidos, só nos restou a história

    O ouro se foi, e com ele o orgulho
    Aos Reis restaram apenas entulhos
    Entre tronos quebrados e ecos de fé
    Buscamos sentido onde nada mais é

    Nos olhos do herói, o reflexo da dor
    Entre sangue e saudade, renasce o valor

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    Coroas de areia nós erguemos
    Com mãos que tremem em vão
    O tempo devora os reinos
    Mas não apaga a canção!

    O campo de guerra, um espelho de dor
    Outro caminho que o orgulho forjou
    As lanças apontam, mas não há inimigo
    Só o reflexo do próprio castigo

    Lembras, irmão, das promessas que fizemos?
    Forjar um amanhã com o sangue que temos?
    Agora só resta o ferro frio
    E o silêncio do vazio

    Coroas de areia nós erguemos
    Na fúria de um vento brutal
    Sonhamos ser eternos
    Mas até estrelas viram poeira no final

    Información de la canción

    Composición: Rodrigo Tarragô Ramos de Araújo

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