A Favela Vai Abaixo

Francisco Alves

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    Minha cabocla, a favela vai abaixo
    Quanta saudade tu terás deste torrão
    Da casinha pequenina de madeira
    Que nos enche de carinho o coração

    Que saudade ao nos lembrarmos das promessas
    Que fizemos constantemente na capela
    Pra que Deus nunca deixe de olhar
    Por nós da malandragem, pelo morro da favela

    Vê agora a ingratidão da humanidade
    O poder da flor somítica, amarela
    Que, sem brilho, vive pela cidade
    Impondo o desabrigo ao nosso povo da favela

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    Minha cabocla, a favela vai abaixo
    Ajunta os troço, vamo embora pro Bangu
    Buraco Quente, adeus pra sempre, meu Buraco
    Eu só te esqueço no Buraco do Caju

    Isto deve ser despeito dessa gente
    Porque o samba não se passa para ela
    Porque lá o luar é diferente
    Não é como o luar que se vê desta favela

    No Estácio, Querosene ou no Salgueiro
    Meu mulato, não te espero na janela
    Vou morar na Cidade Nova
    Pra voltar, meu coração, para o morro da Favela

    Información de la canción

    Composición: José Barbosa da Silva (Sinhô)

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