Barbuleta! Barbuleta!
Francisco Alves
Barbuleta, barbuleta
Tem pena, tem dó de mim
Que assim penando, assim suspirando
Meu sofrê já não tem fim
A minh'alma chora, chora
Vive triste, sem amô
Já não tem prazer, não tem alegria
Desde que ele me deixou
Barbuleta, barbuleta
Se tu sentes a minha dor
Não imita, ó barbuleta
Meu voluve, ingrato amô
Barbuleta, barbuleta
Se tu sentes a minha dor
Não imita, ó barbuleta
Meu voluve, ingrato amô
Barbuleta, barbuleta
Vai-te embora, pru favô
Que tu lembra, ó linda, minha borboleta
Que, beijando, me enganô
Vai-te embora, barbuleta
Que eu em ti já não confio
Tu pareces bem, é mesmo o retrato
De quem tanto me iludiu
Barbuleta, barbuleta
Sempre a voá, de frô em frô
Tu pareces, barbuleta
Meu voluve, ingrato amô
Barbuleta, barbuleta
Sempre a voá, de frô em frô
Tu pareces, barbuleta
Meu voluve, ingrato amô
Composición: Marcelo Tupynambá y Arlindo Leal (José Eloy)
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