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    Tu és a borboleta alucinada
    Desafiando o Sol no coqueiral
    E à noite és Lua em flor, despetalada
    No presepe silente do areal

    Sergipana, recordo o jasmineiro
    Que, estrelado, aromava o teu perfil
    O luar é um criminoso zombeteiro
    Que impune nas cidades do Brasil

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    Dos teus canaviais de pranchas verdes
    E que se tornam de ouro à luz dos Sóis
    Ai, esse açúcar que seduz a gente
    Diluído no som da tua voz

    Sergipana, recordo o jasmineiro
    Que, estrelado, aromava o teu perfil
    O luar é um criminoso zombeteiro
    Que impune nas cidades do Brasil

    Información de la canción

    Composición: Orestes Barbosa y Eduardo Souto

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