Chuvas de Verão
Francisco Petrônio
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Podemos ser amigos simplesmente
Coisas do amor nunca mais
Amores do passado, no presente
Repetem velhos temas tão banais
Ressentimentos passam como o vento
São coisas do momento
São chuvas de verão
Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se cura com a razão
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Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu vivo em calma
Não te conheço mais
Podemos ser amigos simplesmente
Amigos, simplesmente, e nada mais
Ressentimentos passam como o vento
São coisas do momento
São chuvas de verão
Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se cura com a razão