Coice no Saco
Francisco Vargas
- A
- A7
- D
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Tono:
A E Uma china velha de tempoA Andou batendo as canjicaE Que eu andava de retoçoA Com a crioula FredericaE Por causa de uma lambançaA Quase um homem se complicaE Eu vivo com uma baixinhaA Que apelidei de nanicaE Cria lá de CatuçabaA Da raça braba dos BicaA7 D Bem na hora do almoçoE Se jogou no meu pescoçoA Igual uma jaguatiricaA E Encrenquei com a mulher véiaA Foi pior que briga de foiceE Murchou as duas oreiaA E quase me capa num coiceA E Caiu um oitão do ranchoA E nós peleando enfurecidoE E ela saltou pro terreiroA Já deu um nó no vestidoE Me sentou um marca touroA Vinha em rumo ao meu ouvidoContinúa después del anuncioE E se eu não caísse foraA Em dois tinha me partidoE Por causa do tal fuxicoA Veja o que eu tenho sofridoA7 D Com essa mulher endiabradaE Louca das ventas rasgadaA Que não respeita o maridoA E Encrenquei com a mulher véiaA Foi pior que briga de foiceE Murchou as duas oreiaA E quase me capa num coiceA E Meus tarecos eu repartiA Com a chinaredo da vilaE E agarrei as rédeas do mundoA E nos bolso sem nenhum pilaE Todo o taura corajudoA Na estrada arruma a mochilaE E o amor desencontradoA Quando não mata, aniquilaE Longe desta cascavelA Levo uma vida tranquilaA7 D Fui e não me arrependiE Só Deus sabe o que eu sofriA Nas unha desta gorilaA E Encrenquei com a mulher véiaA Foi pior que briga de foiceE Murchou as duas oreiaA E quase me capa num coiceA E Quanto aos corcóvios da vidaA Tem que ser macho e gineteE Morar no olho da ruaA Quem já teve palaceteE Saí alumiando o sabugoA No rabo trinta fogueteE Já anda costiando a cercaA Quem quis puxar meu tapeteE Arrependida e chorandoA Manda recado e bilheteA7 D Comenta que ainda me amaE Sente saudades na camaA Do cuiudo do AlegreteA E Encrenquei com a mulher véiaA Foi pior que briga de foiceE Murchou as duas oreiaA E quase me capa num coice