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    De que vale a vida
    Se eu não tenho a sorte
    Se a alma é fraca pra que corpo forte
    E pra que sorrir se não há esperança
    De se ver surgir o dia da bonança
    Do ferir da carne vê-se a cor do sangue
    E sentir-se como um barco atolado em um mangue
    A poeira pura a me sufocar
    E ainda vem você pra me mandar calar
    Chove chuva, traz o vento
    Ressabiando a maré
    Pra acabar com a dor do mundo
    A dor de quem em Deus tem fé
    E a chuva com o vento vem pra me fortalecer
    E faz as amarguras esquecer.

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    Información de la canción

    Composición: Zeca Pagodinho y Cláudio Camunguelo

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