Medievalismo

Gabriel Delaware

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    Os floristas
    Seguem roucos
    Seguem loucos
    Gritando amor

    Seguem roucos
    Seguem mortos
    Seguem todos com
    Flechas, feridas
    E marcas, cicatrizes
    De guerra e orgia de
    Febre doentia de amor
    E simpatia de dor

    E eu sigo soldado com minha
    Armadura de metal
    E o peito pulsa fraco sem a
    Armadura de metal
    Metal

    Os floristas seguem loucos
    Seguem soltos
    Querendo calor

    Ardem soltos
    Pelo esgoto
    A sarjeta, oh meu bem
    Venha como não quer
    Que eu te queria
    De quatro, de ponta cabeça
    Sem capa de chuva de sua amante
    De verão de agosto de desgosto
    Eu te odeio, eu te quero, te desejo
    De febre, de doença, de guerra
    Preconceito

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    A florista e o cavalheiro
    Em carinhos tão sangrentos
    Se acusam de um crime
    Em óleo em tela e pena, tinta e papel

    E eu sinto o cortar da sua fria
    Espada sensual
    Fecho os olhos rezo pelas
    Chamas que me abraçam
    E o seu julgamento já foi encerrado
    Sou a bruxa má
    Covarde sem vontade de lutar por quem
    Te ama de verdade
    Covarde
    Covarde
    Covarde
    Covarde

    Já que eu vou morrer
    De dor
    E já que eu vou virar bolor
    Eu trago lhe amaldiçoados
    Passos que te seguem
    Com sua tão sagrada
    Armadura de metal

    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo

    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo

    Medievalismo fode os floristas
    Medievalismo fode os floristas
    Medievalismo fode os floristas
    Medievalismo fode os floristas

    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo

    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo
    Medievalismo

    Información de la canción

    Composición: Gabriel Delaware

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