Lá no começo dos tempos, das eras
O céu era perto da terra
Deuses se comunicavam com os astros
Fugindo das flechas, os pássaros empurraram o céu
Pindova'úmi'ga (numa odisseia)
Visita o céu, o rio (embaixo da terra)
Dentro das árvores, peregrina um lugar
Para erguer sua okara
No cosmo, Kagwahiva (o portal se abre)
Sobre a pele de arraia (e escamas afiadas)
Pindova'úmi'ga mergulha nas profundezas das águas
Morada dos peixes encantados
E nas corredeiras (o Pindova deságua)
Em terra, se transmuta (em onça-pintada)
Emplumado, ser fantástico vai estrondar
As matas, os troncos das árvores
Lugar de abelhas sagradas
No subsolo
Fantasma e visagem
Em todos os cantos da terra
Já tinham donos e guardiões
Kawnadu, a grande harpia divina
O guia até o Maíra-e Byashu (e Byashu)
Na árvore ancestral, que segura o céu
Erguerá sua okara
No segundo céu, se tornará Yvága'nga
Yvá'gan'ga, o povo que veio do céu
Pindova'úmi'ga (úmi'ga), pindova'úmi'ga (úmi'ga)
Pindova'úmi'ga (úmi'ga), o poderoso ancestral
Pindova'úmi'ga (úmi'ga), pindova'úmi'ga (úmi'ga)
Pindova'úmi'ga (úmi'ga), o povo que veio do céu é Parintintin