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    Por causa de umas bestage tão besta,
    Umas bobage tão boba,
    Ocê me largô eu.
    Me deixô eu na solidão
    Sofrendo tão só
    Quando ocê se escafedeu.

    C'os óio que a terra há de comer
    Eu te vi indo embora,
    Saindo pra fora
    E pedi pra mo Deuso:
    "Mo Deuso excumunga essa muié
    Que não mais me quer,
    Mata ela pra eu!
    Mo Deuso excumunga essa muié
    Que não mais me quer,
    Mata ela pra eu!"

    Ai mo Deuso
    Manda logo aí de riba
    Um caminhão de ripa
    Na cacunda dela.
    Tomara que ela pegue tifo
    Pela vida a sifu
    E que quebre a espinhela

    Ai mo Deuso
    Manda logo esse castigo
    Ela brigô comigo
    E não mais me qué eu
    Tomara q'a negócia dela
    Encha de pareba
    Pra num dá pr'otros homi
    O que ant'onte era meu
    Só meu...

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    Por causa de umas bestage tão besta,
    Umas bobage tão boba,
    Ocê me largô eu
    Me deixô eu na solidão
    Sofrendo tão só
    Quando ocê se escafedeu

    C'os óio que a terra há de comer
    Eu te vi indo embora,
    Saindo pra fora
    E pedi pra mo Deuso:
    "Mo Deuso excumunga essa muié
    Que não mais me quer,
    Mata ela pra eu!
    Mo Deuso excumunga essa muié
    Que não mais me quer,
    Mata ela pra eu!"

    Ai mo Deuso
    Manda logo aí de riba
    Um caminhão de ripa
    Na cacunda dela
    Tomara que ela pegue tifo
    Pela vida a sifu
    E que quebre a espinhela

    Ai mo Deuso
    Manda logo esse castigo
    Ela brigô comigo
    E não mais me qué eu
    Tomara q'a negócia dela
    Encha de pareba
    Pra num dá pr'otros homi
    O que ant'onte era meu
    Meu, meu!

    Ô muié marvada...

    Información de la canción

    Composición: Geraldo Mangela

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