Banhadeiro

Gilnei Lucas

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    (falado)
    O olho era Santo Antonio da Patrulha, Caraá
    O Vale Face de garoto a chorar
    O rio é a lágrima do olho do Guri
    Que desliza até o mar
    E os sinos a badalar
    (lá no fundo)

    Na barranca do Rio dos Sinos
    Já peguei muita branca e jundiá
    Pintado, piava, joana
    Viola, grumatã, cará

    E larguei espinhel, tarafeei
    Quem não acredita confira
    De onde vem tanto peixe eu não sei
    É dourado, é mussum, é traíra

    Como é lindo o Ingazeiro florido
    Maricá,sarandí, aroeira
    Só quem viu todo esse colorido
    Conhece a beleza verdadeira

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    Voa a garça, o socó, maçarico
    O João grande, a narceja, o biguá
    E o martin pescador tráz no bico
    Lambarí que cabou de pescar

    Sou da beira do rio, banhadeiro
    Manancial qe sei respeitar
    Meu caíco não é bandoleiro
    e a canoa não pode virar (2x)

    (falado)
    E lá na margem onde canta o bem-te-ví
    Mora também quem torna triste o seu cantar
    Que no caminho que tem o menino a seguir
    É espinho de maricá
    E os sinos a badalar
    (Lá no fundo)

    Repete toda canção

    (falado)
    Estar de bem com a vida é olhar pra ti
    E ver no brilho da água limpa a flor do ingá
    Tal qual o brilho do olho claro do guri
    Do vale onde nasci
    Dos sinos a badalar
    (Lá no fundo)

    Refrão

    Información de la canción

    Composición: Gilnei Lucas

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