Samba-Enredo 1981 - Quem diria, da monarquia à Boemia, ao esplendor da Praça Tiradentes

G.R.E.S. Estácio de Sá (RJ)

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    Nesta avenida iluminada
    Vem o artista louvar
    O esplendor da velha praça
    Relíquia da cultura popular
    Destacando nosso imperador
    A liberdade, a monarquia
    Saudando o namorador
    Sua corte e a boemia

    Quem diria, quem diria
    Que o passado ao presente voltaria

    Na Praça
    Na Praça Tiradentes
    Quando a noite chegava
    Havia uma explosão de cores
    Ao som da gafieira, boêmios pelas calçadas
    Iam conquistando seus amores

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    E os artistas nos teatros engalanados
    Desempenhavam seus papéis
    Jornais e as revistas publicavam as notícias
    Que tiravam os chapéus

    Tornei-me um ébrio na bebida para esquecer
    Pois não sabia que o passado eu ia reviver
    E até hoje continua animado
    O baile dos enxutos que não para de crescer

    Vira mexe, mexe vira
    Vestido de homem e mulher
    Vem o bonde vinte e quatro
    Todos sabem que ele é

    Información de la canción

    Composición: Caruso y Oliviel

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