Paraíso do Tuiuti 2022

G.R.E.S Paraíso do Tuiuti

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    Olodumarê mandou
    Oxalá me conduzir pelo céu da liberdade
    Me falou Orunmilá
    Vai, meu filho, semear pelo mundo a humanidade
    Nos caminhos de Exu
    Me perdendo encontrei nua e crua essa verdade
    Que a raiz do preconceito
    Nasce do olhar estreito da cruel desigualdade
    Sou alabê gungunando o tambor
    Trago cantos de dor, de guerra e de paz
    Pra ver secar todo pranto nagô
    E gritar por direitos iguais
    Meu sangue negro que escorre no jornal
    Inundou um oceano até a Pedra do Sal

    Eh! Dandara!
    A espada e a palavra, eh!
    Não vai ser escrava
    Hei de ver noutras negras minas
    Um baobá malê que nasceu do chão
    Pra vencer a opressão com a força da melanina

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    Negro é cultura e saber
    Ka Ríba Tí Yê, caminhos de sol
    Onde Mercedes, Estelas
    Por becos e vielas
    Se fazem farol
    Pra iluminar Alafins
    E morrer só de rir feito mil Benjamins
    E cantar! Cantar! Cantar
    A beleza retinta que veio de lá
    E cantar! Cantar! Cantar
    Pra saudar o meu Orixá

    Ogunhiê! Okê arô!
    Laroyê! Meu pai, kaô
    Tem sangue nobre de Mandela e de Zumbi
    Nas veias do povo preto do meu Tuiuti

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