Impermanência

Griza Nokto

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    O mundo na ponta dos dedos
    Mas submissos a tantos medos
    Aceitamos todas essas migalhas
    Nos entregamos à correnteza
    Aceitamos cada falsa certeza
    Convictos como navalha
    A morte ronda as salas de espera
    Há algo de vil na paciência

    Soterrados por glória e carros
    Sufocados: Elogios e escarros
    Modernos até a medula
    Fazemos trilhas por entre o lixo
    Tropeçando em cada capricho
    Que nos afaga e estrangula
    A morte ronda as salas de espera

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    Há algo de vil na paciência
    Nada podemos contra essa fera
    Condenados à impermanência
    A morte ronda as salas de espera
    Há algo de vil na paciência
    Nada podemos contra essa fera
    Condenados à impermanência
    A morte ronda as salas de espera
    Há algo de vil na paciência

    Song details

    Composition: Marcelo Andre Fernandes Do Carmo and Marcelo Bria

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