Floresta de Bétulas
Guilherme de Sá
- A9*
- B9*
- C#m7*4
- E*
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Tono:
[Intro] A9 EA9 Quão carasE São as floresA9 E Que adornam o solo dos perecidosA9 A9 E E ao chegar da friagem perecemA9 Para apinharem-seA9 Aos seus amoresE Da neveA9 Porque o frioB9 E O frio resolveu se congelarB9 A9 B9 Na lágrima do inocenteE Que já não estáA9 Quão carasA9 E São as folhasA9 A9 E Que adernam a aurora de AbrilContinúa después del anuncioA9 A9 À presença da ausênciaE A9 A9 Sob a ausência da presençaE Que repousamE Em silêncioA9 Porque o solB9 E O sol resolveu se aquecerB9 A9 Para que a dorB9 E Pudesse de vez desvanecer( C#m7 A9 E )C#m7 Mas tão somenteA9 Mais uma vezE Os olhos vissem na sua vivez Que nem a fúria dos homens Nem a loucura de outrénsC#m7 A9 Outrora o ódio à florescerE Agora chora o seu doer Puderam o sangue arrefecer Em sua sinaC#m7 Sua apóriaA9 E São sinais de mais uma memória Posto que é finóriaC#m7 A9 Frágil e áureaE Não apenas horas Mas imortal até sempreA9 Porque a luzB9 C#m7 B9 A luz resolveu acenderA9 B9 Sua noite ao poenteC#m7 Para nos lembrarB9 A9 De como nós éramos normaisB9 E de repenteE Não havíamos mais