Varizes, Tosse e Manchas Negras

Guilherme Wolf

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    O velho tão velho, que velho?
    Na velha velhice não para
    Pois velha é a astúcia do velho
    Ao negar à velhice taxada
    Moderno era o velho outrora
    Patente do velho resguarda
    Então releitura de velho
    Chamada outra vez de vanguarda

    Tão velho o que é velho ser novo
    Cafona mudar-se pra belo
    Pois velhas réguas de certo
    São coisas que tiram do sério
    Tão raro o não novo, não velho
    Manter-se várias temporadas
    Vetar o que antes salvava
    É pratica cotidianizada

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    O velho, que velho? Existe?
    Mudou-se para a terra vintage
    Morrido, socado, não-triste
    Troca o Whisky pelo copo de leite
    Pois velha é a garganta de grito
    De um berro visceral valvulado
    Não prático manter-se aquecendo
    Transistor é sempre no ato

    Información de la canción

    Composición: Guilherme Wolf

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