De Queixo e de Cacho Atado
Henrique Abero
- Am
- C
- D
- D7
- G
- G7
Continúa después del anuncio
Tono:
G Um dia fiz estes versos no lombo dum redomão Quando brotou a inspiração no peitoD deste cantorAm Vinha fazendo o fiador, meus doisD fiéis companheiroD7 Um galgo e um ovelheiro, na sombraG do tiradorD7 G Nasci taura, sou fronteiro, daD7 G doma fiz meu ofícioG7 Lidar com potro é um vicio queC atrai el gaucho pampero Também me forjei guasqueiro só praG ver bagual bolidoContinúa después del anuncioD7 Sentar num buçal torcido, feitil doG índio campeiroG G Um dia sei que me vou, tapeando bem o sombreiro Potrear no pago estreleiro, comoD7 quer tupã sagradoAm Só quero ir orquetado, rustindoD7 basto e carona Num potro da minha doma, de queixo eG de cacho atadoG É lindo ouvir o cincerro e o relincho da potrada Ecuando, pela estrada, no forte daD7 primaveraAm Levantando o pó da terra, aD7 tropilha vai tranqueando E a madrinha vem ponteando na frenteG de uma colheraD7 G D7 Gaúcho que vive a lida, entendeG minha cançãoG7 Tento passar emoção nos versos queC lhe apresento Pois estas coisas que ostento,G redea, cabresto e bocalD7 E o velho basto oriental é, dondeG eu tiro o sustento