Dm A7 Dm Me pateou um verso crioulo quando me orquetei no bastoA7 Dm As rimas, cheirando a pasto, se perdiam campo a foraC7 F Vivo destapando aurora num trotão "véio" socadoGm Dm A7 Dm De caborteiros delgados que cismam coicear as esporas. (2X) (Int.)Dm A7 Dm Volteio tempos, passados, com esta estampa de monarcaA7 Dm Sou orelhano de marca que ao rigor foi falquejadoC7 F Sovei garras e aporreados, bailei em pisos de chãoGm Dm A7 Dm Fiz renascer a tradição no rincão deste povoado. (2X) Refrão:C7 F Te trago, rio grande antigo, a encontro do meu bragadoGm Dm A7 Dm Que vem bufando, assustado, levando tudo por dianteC7 F Sou a estampa e o semblante da pampa e da boleadeiraGm Dm A7 Dm Da chucra indiada campeira que aqui viveram bem antes. (2x) (Int.)Dm A7 Dm Me pateou um verso crioulo quando me orquetei no bastoA7 Dm As rimas, cheirando a pasto, se perdiam campo a foraC7 F Vivo destapando aurora num trotão "véio" socadoGm Dm A7 Dm De caborteiros delgados que cismam coicear as esporas. (2X) (Int.)Dm A7 Dm Me aparto da evolução na volta de um corredorA7 Dm Deixo versos de fiador semeado a tombo de pealoC7 F Meu poncho aqui emalo, na anca de um redomãoGm Dm A7 Dm E a certeza aos que virão, este cantar de regalo. (2X) Refrão:C7 F Te trago, rio grande antigo, a encontro do meu bragadoGm Dm A7 Dm Que vem bufando, assustado, levando tudo por dianteC7 F Sou a estampa e o semblante da pampa e da boleadeiraGm Dm A7 Dm Da chucra indiada campeira que aqui viveram bem antes. (2x)
De Sina Campeira
Henrique Abero
- A7
- C7
- Dm
- F
- Gm
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