Avenidas

Hojerizah

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    Rondas sem fronte
    Um surgir, outro rio
    Paciente aches
    Onde quer colidir
    Avenidas, andas ao réu
    Aveni
    Tutor des(te) leque
    Abane seus destinos
    Detalhe nas vestes
    Do Coliseu sem felinos
    Avenidas, andas ao réu
    Aveni
    Mãos que estendem
    Mãos que espremem
    Suas telas de teor plural
    Quantas delas faz um underground?
    Onde o crime se vier
    Seja obra sem nenhum sinal

    Fugir, que a fere segue-te sim
    Na névoa lisa e vã
    Ocupas um nome
    A consumir todo signo
    Saliente face
    Despe-te ante o vício
    Avenidas, andas ao réu
    Aveni
    Humor descreves
    Ao refletir seus pupilos
    Hoje: a prece
    Amanhã: seu delito
    Avenidas, andas ao céu
    Aveni
    Mãos que estendem
    Mãos que espremem
    Suas telas de teor plural
    Quantas delas faz um underground?
    Onde o crime se vier
    Seja obra sem nenhum final

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    Surgir na névoa o servo e o mito
    Que cobram o riso e choram
    Fugir, na névoa, névoa, névoa
    De forma lisa e vã

    Información de la canción

    Composición: Flávio Murrah

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