Me comparando ao Rio Grande

Iedo Silva

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    Sou grito do quero-quero
    No alto de uma coxilha
    Sou herança das batalhas
    Da epopéia farroupilha
    Sou rangido de carreta
    Atravessando picadas
    Sou o próprio carreteiro
    Êra boi, êra boiada

    Êra êra boi Brasino
    Êra êra boi Pitanga
    Boi Fumaça, Jaguaré
    Olha a canga

    Sou velha cambona preta
    Dependurada nos tentos
    Sou o chapéu do domador
    Tapeado de contra o vento
    Sou rancho de pau-a-pique
    À beira de uma estrada
    Onde descansa o tropeiro
    Pra seguir sua jornada

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    Êra êra boi Brasino
    Êra êra boi Pitanga
    Boi Fumaça, Jaguaré
    Olha a canga

    Sou a cor verde do pampa
    Nas manhãs de primavera
    Sou cacimba de água pura
    Nos fundos de uma tapera
    Sou lua, sou céu, sou terra
    Sou planta que alguém plantou
    Sou a própria natureza
    Que o patrão velho criou

    Êra êra boi Brasino
    Êra êra boi Pitanga
    Boi Fumaça, Jaguaré
    Olha a canga

    Êra boi! Êra boi
    Sai daí cusco!
    Eita cusco que só atrapalha
    Sai daí cachorro! Êra boi

    Jaguaré... Boi Fumaça
    Jaguaré
    Êra boi, Jaguaré... Êra boi
    Fumaça boi.. Encosta! Encosta!
    Êra boi! Êra! Sai daí, cusco

    Información de la canción

    Composición: Luiz Carlos, Xará e Iedo Silva

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