Ventre da Terra

Isabel Sougarret

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    Formar um mar das próprias lágrimas
    E em mar aberto navegar
    Lavar o mundo com seu sal
    Fazer justiça com a própria voz
    E assim poupar as mãos
    Do que não for construção

    Então cavar... Até chegar no magma
    Passar a lava na pele e arder
    No meio da frieza que governa!
    Então soltar o grito vermelho
    Do ventre da terra
    O grito guardado do nosso vulcão
    Há séculos, milênios

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    Esperamos pelo fogo que nascerá!

    Pra que os esforços dos que ergueram os alicerces?
    Pra que o progresso da ciência?
    Depois de tanto sangue derramado
    De tantas palavras sangradas
    Será que o nosso sangue será honrado?
    Será?
    O sangue preso nos livros!
    O sangue que tinha pressa!
    O sangue que tinha pressa!
    O sangue que fertiliza a terra

    Esperamos pelo fruto que nascerá!

    Información de la canción

    Composición: Isabel Sougarret eE dinaldo Nascimento

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