Fragata
Isabelinha
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A minha fragata é minha
Não pertence a mais ninguém
Gastei nela quanto tinha
E fiz-me ao mar sem vintém
Eu levo tudo comigo
Em terra não fica nada
Levo Deus que é meu amigo
Levo flores, levo alvorada
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Há quem diga que as saudades
Foi em terra que as deixei
Mas juro são falsidades
Que as que trago só eu sei
Juntei-as em meu redor
Como nó que não desata
Vão comigo p'ra onde eu for
Dentro da minha fragata