O Sábio o Mestre Descansa

J. Sollo

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    Pântano que o luar clareia
    O linho alvo que o tempo teceu
    Não busca o sangue, a dor alheia
    Só o mistério que o coração aprendeu

    Jonas não perde, Jonas caminha
    Onde a poeira encontra o seu lugar
    A praça é mesa, a sombra é vinha
    Pro viajante que aprendeu a escutar

    Por que buscar no alto o que o peito traz?
    O equilíbrio é o pêndulo, a semente que cai
    Quem planta o ódio, colhe o que faz
    Quem busca o centro nunca se esvai

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    O mundo é som, a palavra é vento
    Se a mente é límpida, o julgamento se esvai
    Não há tributo pro sofrimento
    Só o repouso que na alma se atrai

    Gotas de chuva no rio passageiro
    O mestre ensina o que o mundo esqueceu
    O caminhar é o destino inteiro
    Antes que o sol se entregue ao breu

    Por que buscar no alto o que o peito traz?
    O equilíbrio é o pêndulo, a semente que cai
    Quem planta o ódio, colhe o que faz
    Quem busca o centro nunca se esvai

    O sorriso leve, a busca finda
    O tributo pago, a dor que se desfaz
    Entre o que se perde e a vida sai
    Enfim, na paz

    Información de la canción

    Composición: Jorge Costa

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