Oh de Casa

Jader Duarte

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    Oh, de casa, com licença, peço achego
    Que o meu tempo já gastou até as estradas
    Venho trazendo na algibeira avios e sonhos
    E a esperança pelo mundo feito espada

    A vida gasta, perde o brilho e seus motivos
    Os sonhos brotam, geram flores, perdem cor
    Só as guitarras têm o poder das ressonâncias
    Quando libertas, cantam a vida, o sol, o amor

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    Oh, de casa, se há alguém, abra a cancela
    Venho de longe, trago nos braços sesmarias
    Nesta mala vem a razão, vem a verdade
    Perdas e ganhos que guardei pras cantorias

    Oh, de casa, que os galpões abram suas portas
    Para abrigarem além da luz os seus peões
    Que os pais de fogo em rondas pátrias de avivem
    Pois os braseiros estão em nossos corações

    Se o tempo xucro caserear rumos perdidos
    E as mateadas forem poucas pra encilhar
    Retomo á estrada, sigo em frente rumo á vida
    E este, oh, de casa, minh’alma vai despertar

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