Pedro Quebra

Jadir Oliveira

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    Se chamava Pedro Quebra
    Eu não sei quem batizou
    Quebrou corincho de potros
    Que nunca ninguém quebrou

    Gostava de beber canha
    Negro loco de ginete
    Já desde o primeiro pulo
    Cortava e dava porrete

    Largava porteira afora
    Do jeito que ele queria
    Se largassem o demônio
    Garanto que não caía

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    Fez tudo que um peão de estância
    Tem direito de fazer
    Quem falar em Pedro Quebra
    Tem muito para dizer

    Um dia ajeitou as garras
    Pra trotear e não voltou
    Mas o negro Pedro Quebra
    Na vida ninguém quebrou

    Negro legenda campeira
    Das estâncias de Tupã
    Morreu contando proezas
    Num domingo de manhã

    Información de la canción

    Composición: Telmo de Lima Freitas

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