Em seu pequeno paraíso, na forma mais sublime, o sorriso apodrece a dentro da luxuria

Jeffrey Dahmer

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    Anseio por cinzas, por ventres imaculados que se envenenam a cada dia.
    Libere as mentiras estagnadas no sangue para o fim da falsa liberdade.
    Veneno para suas veias, morte para sua boca, marcando seu corpo com carnificina, onde sua queda será sua crença. Saborear a forma como seus olhos adoecem.
    Seja a voz que nunca gritara, assim, apodrecendo na terra dos vivos. Queime criança.
    Destruição é nossa arte mais sublime, liberte o ódio, sem limites, que o reino caia.
    Corrompendo os olhos desabrigados da compaixão, para que reinem em seus impérios insignificantes. O sol se vai e com ele a morte chega.
    Ofegante coração afogado na dominante "liberdade", que trilha rumo a um Sol já sem nascente.

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