Cifra Club

No Seu Fone

Jhef

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A vida é louca ou mosca na sopa
O peixe morreu pela boca
Nem tudo resolve de touca, ou então não
Caixão ou prisão, Jão

Pique malandrão bom
Sonho de pé no chão, esquivo ramelão
Pagando de patrão, paga de paquidão
Estourando o cartão, faltando pro feijão

Viver de aparência nem é pra sujeito homem
Alimentar zóio gordo, mucosando, transforme
Chique diz que consome, e quem é consumido?
Impressionar os amigos, mundo gira no umbigo

Mas pra que isso? Esse nem é seu valor
De longa data por pouco foi trocado o amor
Desde quando o mundo é mundo, quem luta quer vencer
Mas o que vem a ser o famoso vencer?

Uns enquadrando, apertando
Outros no Sol, pechinchando
Pro caldeirão: Ou mais pano
Ou só leitinho pro bichano

Vê direito o que você quer ser
O que tem mais valor, o que traz o poder
O que tem mais sabor
Não dá pra envelhecer só girando o tambor

Dor de quem esperou aquele que não voltou pro ninho
Saiu pra batalhar pelo leite do filhinho
Tadinho dos sem oportunidade que não descarrilha
Faz pouco por si e muito mais pela família

Quem dera coleção de New Era sem miséria
Sem conta já era, só tapa na pantera
E o que fazer quando a morte te espera?
É por isso que eu falo com Jah 24 horas

Ele é mais verdadeiro que todos lá fora
Aprecia a aurora antes que vá embora
É preciso vencer, mas vencer de verdade
É outra história

Gueto no crime aposta, mas da vida apanha
Se adianta atrasando até virar boi de piranha
Meu herói tá na luta pra não ver a mãe chorar
Rala no Sol quente pra poder se virar

Na rua tem gente ruim, na rua tem gente boa
Fazendo o corre do pão, também tem uns à toa
Quem vai pra rua e se perde
Quem vai pra rua e se encontra

Quem não viveu tipo nerd
Tomou enquadro nas ronda
Uns querem te ver na cinza
Outros divide uma brasa

Quem tem família na rua
Mesmo na rua tá em casa

Minha rima é um martelo
Marreta na cabeça da discórdia
Quem quer desunião
Despreza, volta pra sua corja

Não sou Moisés da Bíblia
Mas tô bem intencionado
Um divisor de águas
E o rap é meu cajado

Sou coletividade, foda-se não gostar de mim
Na rua deixo minha marca igual grafite no fim
São tantas marcas que nem sei por onde começar
Nos bongs, nas barcas, nos homem, no ar

Cortando as praças de fone
Conheço os parça por nome
Sobe a fumaça da blunt
Sem flagrante, sigo firme

Nós vem do gueto e quer viver pra proceder
Underground é meu rolê, a rua é nós sem clichê
Se tentar frear, toma soco de poesia
O melhor dos meus defeitos é teimar, teimosia

Quem fez muito por amor vai alcançar retorno
Provar que é capaz alivia dor e transtorno
Maloqueiro, sou rua, levada chave, sem treta
Se for pra fazer mal feito, nem pega na caneta

E as pedras que jogam nós faz degrau da escada
Deboche não me traz nada, por isso vem de graça
Aproveita pra rir, desacredita eu

Vou te provar o contrário
Vou até o fim do cenário
Se não soma, some
E mesmo quando eu não tô
Minha voz vai tá no teu fone

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