Maria da Graças

João Braga

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    Maria da Graça infinda
    Era a mais linda das raparigas
    Deixava sempre, ao passar
    Frescas no ar, lindas cantigas

    Mas uma tarde abalou
    E regressou já noite morta
    Desde então, que sina a sua
    Dizem na rua de porta em porta

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    Já foi Maria da Graça
    Já teve graça ao passar
    E agora quando ela passa
    Nem graça tem no andar
    Entrou com ela a desgraça
    No dia em que ele a deixou
    Já foi Maria da Graça
    Mas só Maria ficou

    Tem um filhinho pequeno
    Muito moreno, que atira ao pai
    E adoça um pouco o desgosto
    Beijando o rosto de sua mãe

    Conserva o seu ar infindo
    E um fogo lindo nos olhos belos
    Mas o Sol, quando ela passa
    Já não esvoaça nos seus cabelos

    Información de la canción

    Composición: Artur Ribeiro

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