F C7 F C7 FF Bbm/F F Cm7 F7 É bem mais fácil, para alguém falar em floresBb D7 Gm7 Gm/F Quando o destino, fez de pétalas seu ninhoEm7(b5) A7 Dm Dm(7M) Dm7 É bem mais doce, não sentir amargas doresG7(11) G7 Bbm C7 Tendo mil rosas a enfeitar o seu caminhoF Bbm/F F Cm7 F7 Porém nem todos, têm destinos semeadoresBb D7 Gm7 Gm/F E a primavera, a bem poucos acalantaContinúa después del anuncioEm7(b5) A7 Dm Dm(7M) Dm7 Quem nada faz, muitas vezes colhe as rosasG7(11) G7 Bbm C7 Deixando apenas, os espinhos pra quem planta/F (Quem planta terra, cala a voz perante o forteGm7 Ergue muralhas de riquezas e vaidades Am F Cm7 F7 Bis Se faz a ahora de erguermos vozes tantasBb G7 Bbm C7 Pois se levanta uma nova realidade)F Bbm/F F Cm7 F7 /Vamos dar as mãos nesta nova cirandaBb D7 Gm7 Gm/F Forjando junto um porvir bem mais risonhoEm7(b5) A7 Dm Dm(7M) Dm7 Onde a injustiça, sejam rastros repisadosG7(11) G7 Bbm C7 Já apagados, pela rosa azul dos sonhos/F Bbm/F F Cm7 F7 Vamos dar as mãos, e abrir as portas do coraçãoBb D7 Gm7 Gm/F Pra um amanhã, claro e seguroEm7(b5) A7 Dm Dm(7M) Dm7 Embora o ontem, tenha sido flores mortasG7(11) G7 Bbm C7 Pois nunca é tarde pra quem quer plantar futuro ( ) Int. / /( )Int.
Ciranda
João Chagas Leite
- A7
- Bb
- Bbm
- Bbm/F
- C7
- Cm7
- D7
- Dm
- Dm(7M)
- Dm75
- Em7(b5)
- F
- F7
- G7
- G7(11)
- Gm/F
- Gm7
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