No Balanço do Tempo

João Chagas Leite

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    Eita saudade danada
    Que habita as estradas por onde passei
    Cruzando por encruzilhadas
    Deixando pegadas no meu vai e vem
    Estradas de terra batida
    Asfalto, picada ou trilhos de trem
    Sigo vencendo as distancias
    E vi tanta coisa que até já nem sei

    Vou no balanço do tempo
    E rumo dos ventos me faz prosseguir
    Nestes incertos caminhos
    Eu sigo sozinho sem medo de ir
    Quem joga a vida na estrada
    Não conta com nada, não tem direção
    E a cada passo no escuro
    Enfrenta o futuro pela contramão

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    Ah, coração, ah, coração, meu destino é seguir sem parada
    Cruzando as estradas com a viola na mão
    Ah, coração, ah, coração, vou cantando as tristezas que tenho
    E sigo estradeando a própria solidão

    Información de la canción

    Composición: Erlon Pericles

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