D Amigo velho sou eu mesmo e me apresentoA Eu tenho a alma da gente do meu rincão Estendo a vista bem além do horizonteD E vejo a mundo se tapeio o chapelão Aprendi cedo que a cordeona fala altoA E diz verdade quando alguém me desafiaEm A Fiz minha estrada caminhando passos firmeD Tocando a vida até que clareasse o diaG D G Amigo velho sou de vento e brisa mansaD Sei que a fronteira vai além da própria vidaA Conheço a pedra que acomoda o fio da facaContinues after the adD So faca afiada que vai dentro da bainhaG D G Amigo velho sei gostar de quem me gostaD Conserva o tanto que a vida me ensinouA Sei que a humildade não se acha nos bolichosD Por isso sigo sempre sendo quem eu souD Conheço o trote do cavalo quando é buenoA E dos matreiros sei a volta de chegar Dou uma tropa pra não entrar numa brigaD E me garanto se me chamam pra tropiada Amigo velho sou eu mesmo e me apresentoA Mão estendida quando o outro precisarEm A Sou mais rio grande quando abro a cordeonaD Só fecho ela quando o baile terminarG D G Amigo velho sou de vento e brisa mansaD Sei que a fronteira vai além da própria vidaA Conheço a pedra que acomoda o fio da facaD So faca afiada que vai dentro da bainhaG D G Amigo velho sei gostar de quem me gostaD Conserva o tanto que a vida me ensinouA Sei que a humildade n se acha nos bolichosD Por isso sigo sempre sendo quem eu sou
Amigo Velho
João Luiz Corrêa
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