Quarto de Mansão

João Moreno e Mariano

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    Pelo vitrô dentro de um quarto em minha frente
    Vejo um vulto diferente, mal posso compreender
    Me aproximo de tanta curiosidade
    Porque o vulto na verdade chega me surpreender

    E por de traz de uma cortina transparente
    Sob luz fosforecente vejo um corpo de mulher
    Que aparenta 20 anos mais ou menos
    Pelo o que eu estou sabendo meu carinho ela não quer

    E eu me perco diante de tanta beleza
    Presente da natureza ela merece também
    Quando se veste roupa intima elegante
    Com seu jeito provocante não parece com ninguém

    Se retrocede num instante tão segura
    Num sorriso de ternura, beija no vaso uma flor
    Ela se curva sobre a cama lentamente
    E despercebidamente ela faz cenas de amor

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    No desespero de uma vida tão vazia
    Curte o som sem alegria em seu quarto de mansão
    Quando se perde entre o som de um toca fita
    Eu a vejo mais bonita do meu quarto de pensão

    Ela contempla o seu corpo calmamente
    Com um gesto diferente banha o rosto abrasador
    Eu delirando num vitrô quase fechado
    Num calor desesperado quase morrendo de amor

    Discretamente sai do quarto e fecha a porta
    Logo depois ela volta do banho pra se enxugar
    Ela se esconde na toalha umedecida
    Sob uma luz colorida que está pra se apagar

    Nesta penumbra devagar vai se deitando
    Suas mãos vão deslizando para o sono começar
    A luz se apaga tudo acaba eu fico triste
    De saber que nada existe entre nós eu vou chorar

    A luz se apaga tudo acaba eu fico triste
    De saber que nada existe entre nós eu vou chorar

    Información de la canción

    Composición: Zé da Praia y Paulo Di Paula

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